Edição nº 86 de 20 de Março 2008  

Destaques

 

Atendimento para Pessoas com Necessidades Especiais

A Segurança Social tem um Serviço de Atendimento para Pessoas com Necessidades Especiais, com Atendimento Presencial, Atendimento por Marcação e Quiosques Multimédia.

Para atendimento por marcação: Tel. 218 445 670-E-mail:ISS-necessidades-especiais@seg-social.pt-Site:www.seg-social.pt/apoiopessoasespeciais 

 

 

Notícias

Legislação

Resolução do Conselho de Ministros n.º 51/2008, de 19 de Março, Série I, nº 56 

PCM: Visa permitir que os alunos dos 11.º e 12.º anos do ensino secundário possam, durante o corrente ano lectivo, aderir ao programa e.escola, criando-se ainda um regime especificamente dirigido a beneficiários da iniciativa com necessidades educativas especiais de carácter permanente, garantindo-lhes o acesso a computadores adaptados, sem quaisquer encargos adicionais.

Resolução da Assembleia da República n.º 10/2008, de 19 de Março, Série I, nº 56 

AR: Acompanhamento da situação de pobreza em Portugal.

Despacho n.º 8378/2008, de 20 de Março, Série II, nº 57 

MS-GM: Aprova o novo esquema do Programa Nacional de Vacinação (PNV).

Comunicado do Conselho de Ministros – 12 de Março de 2008

Aceda aqui…

Seminários/Conferências

 

Data: 4 e 5 de Abril de 2008; Local: Parque das Nações, Lisboa.

 

II Jornadas de Ciências Sociais e Humanas em Saúde “Saúde: complexidades e perplexidades”

 

Data: 8 e 9 de Abril de 2008; Local: Fundação Cidade de Lisboa.

 

Seminário Ciganos, Territórios e Habitat; Informações e Inscrições: CET – Centro de Estudos Territoriais – Av. da Forças armadas, Edifício ISCTE – 1649–026 Lisboa; Tel: 217958344; Fax: 217957314; Email: cet.seminario@gmail.com

 

Data: 10 e 11 de Abril de 2008; Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

 

12.ª Mesa-Redonda de Primavera “Conhecimento e Prazer – Prazer do Conhecimento”

 

Data: 16 de Abril de 2008; Local: Escola Superior de Educação de Beja.

 

Seminário ”Educação, Empreendedorismo e Inovação” *

 

Data: 17 e 18 de Abril de 2008; Local: Pequeno Auditório da Culturgest, Lisboa.

 

Fórum RH 2008 “O Estado da Arte na Gestão das Pessoas”

 

Data: 2 e 3 de Junho de 2008 ; Local: Fundação Calouste Gulbenkian.

 

II Conferência Internacional de Psicologia Comunitária cujo tema é “Violência Contra as Mulheres – Prevenção, intervenção e mudança nos sistemas” Contactos: José Ornelas, Professor Associado - Instituto Superior de Psicologia Aplicada - Rua Jardim do Tabaco, 34 • 1149-041 Lisboa • Portugal

Tel: + 351 218 811 714 • Fax: + 351 218 860 954 - Email: jose.ornelas@2iccp.com

 

Formação

 

Data: 24 de Março a 4 de Abril de 2008; Local: E-Learning.

 

Formação Contínua em “Bullying: Conceitos e Estratégias de Intervenção” *

 

Data: 29 Março 2008; Local: Pombal

 

Formação Contínua “Crianças e jovens em risco: Da avaliação à intervenção” *

 

Data: 29 Março 2008; Local: Montijo

 

WorkshopMotivação e Frustração”

 

Data: 1 a 10 de Abril de 2008; Local: Red Apple, Matosinhos.

 

Formação Contínua “Violência, Crime e Comportamento de Risco” *

 

Data: 3, 9 e 10 de Abril de 2008; Local: Associação de Solidariedade e Acção Social de Santo Tirso.

 

Workshop sobre “Dislexia”

 

Data: 4 de Abril de 2008; Local: APSI, Lisboa.

 

Workshop “Segurança na Escola” *

 

Data: 5 Abril 2008; Local: Odivelas

 

Workshop Gestão de Conflitos” *

 

Data: 5 Abril 2008; Local: Montijo

 

Workshop Autonomia com independência ou dependência com autonomia?*

 

Data: 9 a 11 Maio 2008; Local: Lisboa.

 

Trauma: Curar a Cisão

 

Data: 26 Maio 2007; Local: Odivelas

 

Workshop Jogos Pedagógicos e Dinâmicas de Grupo

 

Data: 31 de Maio de 2008; Local: Rua Mestre Manuel nº 9 ( Antiga Caritas ) em Beja

 

Formação para Casais - Conhecer Etapas para Prevenir Crises. Contactos: Cáritas Diocesana de Beja – Telefone: 284324500, Fax: 284324527 /  C. Electrónico: caritas@diocese-beja.pt

 

EVENTOS

 

Data: 21 Junho 2008; Local: Lisboa

 

5º Simpósio Psicoterapia Existencial Em colaboração com Sociedade Portuguesa de Psicoterapia Existencial *

 

Próximas Efemérides:

 

21 de Março

 

Dia Internacional Contra a Discriminação Racial

 

28 de Março

 

Dia Mundial da Juventude

 

Ajude na Divulgação!

Queremos contar com a sua ajuda para ampliar a nossa rede de contactos assegurando que a informação aqui disponibilizada é acedida por todos quantos, por interesse pessoal ou profissional, se interessam pelas temáticas abordadas.

 

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Rui.P.Clemente@seg-social.pt ou por telefone para 284312700, extensão 1149 (Rui Clemente).

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Portugueses desconfiam dos cuidados prestados a idosos

As pessoas idosas dependentes de cuidados estão também muito dependentes dos seus familiares, segundo expressaram os portugueses inquiridos pelo Eurobarómetro especial sobre a situação da terceira idade entre os 27 países da União. Mas a opinião nacional destaca-se sobretudo por uma preocupação 69% das pessoas consideram que os mais velhos estão a tornar-se vítimas de maus-tratos por parte de quem deles cuida, sejam familiares ou profissionais. Mais preocupados, só os gregos. Esta é uma das questões em que a realidade social e de assistência dos países pode ter muita influência, sugere a interpretação dos dados feita pelo Eurobarómetro. O receio de maus-tratos desce abissalmente em países como a Suécia e a Dinamarca, onde, por outro lado, são mais elevadas as taxas de cuidados prestados fora do seio da família, por instituições e profissionais. Ainda assim, há em 55% dos europeus o receio de maus-tratos a idosos e em 47% a convicção de que os maus-tratos existem mesmo. E cerca de um quarto considera que a violência é exercida pelos filhos dos idosos. Sobre os lares, os portugueses mantêm-se quase a par da Grécia quanto à desconfiança e no top europeu os cuidados aí prestados têm um padrão que deixa a desejar, dizem. Os cuidados caseiros, por profissionais, também só merecem 29% de concordância no inquérito, mas isso quanto ao custo acessível. Bem longe situam-se a Bélgica, Suécia e Dinamarca, com cerca de 60%. Metade dos portugueses admite que se tornará um dia dependente. E também metade, ao ficar dependente por velhice, gostaria de permanecer na sua própria casa e ser cuidado por um familiar próximo, preferência ligeiramente superior à manifestada pela média dos europeus. Mas Portugal tem das populações com mais dúvidas sobre se receberá cuidados adequados. O nosso país mostra, junto à Roménia, a taxa mais baixa na prestação de cuidados prolongados a familiares no decorrer dos últimos dez anos. Apenas 29% dos cidadãos nacionais o fizeram, diz o Eurobarómetro ontem divulgado. Fonte: Jornal de Notícias Data: 18/03/2008

Paliativos são realidade precária

Um verdadeiro deserto - em 278 concelhos, Portugal contabiliza apenas oito unidades de internamento, quatro equipas intra- -hospitalares sem internamento e três equipas comunitárias de cuidados paliativos, no Sistema Nacional de Saúde (SNS). As pessoas com doenças crónicas, progressivas, agonizantes e muitas vezes terminais morrem abandonadas em hospitais, porque não há respostas próprias para lhes dar qualidade de vida nos seus últimos tempos. Estima-se que são 60 mil os que, anualmente, precisam destes cuidados. Esta é uma área da saúde que tem sido permanentemente adiada pelos sucessivos governos. Em 2004 - 30 anos de democracia volvidos - foi redigido um Programa Nacional de Cuidados Paliativos, mas somente em 2006 foi criada a Rede Nacional de Cuidados Continuados e Integrados (RNCCI) com quatro valências, sendo uma delas a dos cuidados paliativos (ver caixas). "A nossa cobertura agora é pouco mais do que 1%", confessou Alice Cardoso, responsável pelo grupo de paliativos da RNCCI. Concretamente, a Rede, no que diz respeito a esta valência, conta com uma destas unidades no IPO do Porto; uma em Cantanhede, Coimbra; outra no Hospital do Fundão; e mais três em Lisboa na Casa da Saúde da Idanha, na Cova da Piedade e no Hospital do Mar. Fora da Rede, há mais duas estruturas do SNS, sendo que uma é no IPO do Porto e outra no IPO de Coimbra.  Há ainda quatro hospitais que, não tendo unidade de internamento, têm equipas vocacionadas para esta área o de Santa Maria, em Lisboa; o de Elvas, o de Faro e o de Santiago do Cacém. Relativamente a equipas comunitárias - cuja função principal será ir ao domicílio dos pacientes - Portugal tem três, uma em Odivelas, outra em Évora e outra em Tavira. Uma realidade deveras distante do sugerido pela RNCCI, que pretende que, até ao final deste ano, um terço dos hospitais tenha uma equipa de paliativos. A pergunta que se coloca é neste momento, para onde vão as pessoas que têm uma doença crónica, progressiva e dolorosa, muitas vezes terminal,que precisam de cuidados específicos, mas não necessariamente de estarem num hospital, que não têm rectaguarda familiar, nem dinheiro para uma unidade privada? Em Portugal é um luxo – "Os cuidados paliativos neste país têm sido um luxo", descreveu Alice Cardoso. Um luxo que a Comunidade Europeia considera um direito humano. O problema é que, segundo a perspectiva de Isabel Galriça Neto, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP), "a medicina fixou-se na cura e os doentes que não são curáveis são enjeitados". Uma mensagem suportada durante décadas pelo poder político. "Há um longo caminho pela frente", admitiu Alice Cardoso. Para começar, é preciso apostar no aumento de unidades de internamento e na formação de equipas de suporte destes cuidados paliativos. "Já visitamos todas as Administrações Regionais de Saúde e a ideia é criarem-se unidades destas nos hospitais. Ou, então, criarem-se equipas intra-hospitalares, mesmo dentro dos hospitais onde não haja uma unidade de internamento", disse, acrescentando que já existe compromisso com "meia dúzia de hospitais". Por outro lado, a RNCCI pretende investir nas equipas comunitárias, ao serviço dos centros de saúde e que se deslocam aos domicílios.Os poucos membros de cada equipa terão de ter, contudo, "uma formação multidisciplinar, isto é, saberem de cuidados paliativos, de continuados, bem como de cuidados primários", referiu, acrescentando que "a RNCCI vai começar agora a investir na formação prática". Isabel Neto, da APCP, insiste na importância de equipas bem treinadas especificamente para esta valência. "Os paliativos não se resumem ao número de camas disponíveis. Podem ser levados ao domicílio, mas sem esquecer que são cuidado muito técnicos, rigorosos e científicos, que exigem formação muito específica", argumentou. Fonte: Jornal de Notícias Data: 17/03/2008

Governante reuniu com comissão de protecção de menores

“Há que aproveitar recursos e não duplicar respostas!” Responsáveis pelas comissões de protecção de crianças e jovens do distrito de Setúbal reuniram, sexta-feira, com a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, para uma reflexão sobre as medidas introduzidas no sistema, tendente a optimizar a sua funcionalidade e desempenho. “Existe hoje um conjunto de instrumentos novos, complementares entre si, e que são progressivamente mais rentabilizados em prol da defesa e protecção das crianças e jovens em risco.” A consideração é da secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, para quem, “o grande desafio que se coloca nas parcerias nesta área social é gerir os recursos da melhor forma, evitando a duplicação de respostas.” Idália Moniz falava, sexta-feira em Setúbal, após uma reunião com diversas entidades distritais envolvidas nas comissões, subordinada ao tema “Intervir para e com as crianças”, acção que acontece a nível nacional. E lançou o apelo para a não duplicação de respostas por parte das redes de apoio às famílias. “Há que abdicar de pequenos protagonismos e ter a criança como objecto da nossa acção! Temos o levantamento feito por concelho das respostas que existem, e chegamos à conclusão que, por vezes, são sub-aproveitadas e que o trabalho fica comprometido porque se pensa em novos projectos, quando essas respostas já existem, de facto. É uma questão de rentabilizar o que existe,” aludiu a membro do Governo.  Idália Moniz disse que nos últimos tempos “tem-se valorizado o trabalho das comissões e, por isso, sinalizam-se mais casos, com o devido encaminhamento,” deixando a informação de que, actualmente e a nível distrital, “encontram-se activos cerca de 3 mil processos.”  A secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz, acompanhada pelo presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Risco, Armando Leandro, reuniram esta sexta-feira, no Arquivo Distrital de Setúbal, às Manteigadas, com a Governadora Civil, Euridice Pereira, professores e agentes relacionados com as comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco…Fonte: O Setubalense Data: 17/03/2008

 

 

 

 

Maus-tratos contra idosos difíceis são uma realidade na Europa

 

Mais 15 mil vagas para os cursos profissionais

 

Farmácias já distribuíram 18 mil cartões

 

Só 10% dos europeus optariam por um lar

 

Publicações Úteis

DICIONÁRIO DE PSICOPATOLOGIA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Didier Houzel, Michèle Emmanuelli e Françoise Moggio, coord. Climepsi. Lisboa, 2004.

Descrição alfabética das fontes infantis do nosso sofrimento mental, este dicionário está aberto às três principais correntes: psicanalítica, organicista e cognitivista. Neste quadro e desejando estabelecer uma diferenciação rigorosa entre o normal e o patológico, esta obra tem em conta a criança no adulto, isto é, a complexidade histórica do psiquismo humano.

PORTUGAL, UM RETRATO SOCIAL. (7 DVD)

António Barreto e Joana Pontes, org. Público - Comunicação Social, S. A. Lisboa, 2007.

Série que retrata a sociedade portuguesa na actualidade, resultado de um processo de transformações recentes e muito rápidas. Uma velha nação e um antigo Estado, na origem de uma população com forte sentido de identidade, conheceram, nas últimas décadas do século XX, um período de mudança muito intensa, sobretudo em consequência de factores externos, como a emigração, a integração europeia, a abertura económica e o turismo. A fundação da democracia teve também efeitos importantes. Estas transformações estão na origem de alterações de comportamentos e das estruturas sociais, visíveis nos diversos sectores e áreas da vida colectiva, na demografia, na saúde, na educação, no trabalho e nas relações entre as classes, as gerações e as regiões.

O ALCOÓLICO EM FAMÍLIA

Jean-Paul Roussaux, Blandine Faoro-Kreit, Denis-Hers. Alcoolismo e toxicomanias modernas, 7. Climepsi. Lisboa, 2002.

Esta obra propõe uma nova tipologia dos alcoolismos a partir de constelações sociofamiliares específica, articuladas em redor da noção de autonomização e mostra que a intervenção do conjunto da família no processo terapêutico representa uma operação “onerosa” em termos de estabilização da patologia. Qualquer que seja a sua origem, o alcoolismo é um drama que se desenrola no palco da vida familiar. O alcoolismo torna-se, para esta família, uma organização existencial.

REVISTA CRÍTICA DE CIÊNCIAS SOCIAIS. (N.º 78 Outubro)

Centro de Estudos Sociais, prop. CES. Coimbra, 2007.

Para além do Pensamento Abissal: Das linhas globais a uma ecologia de saberesBoaventura de Sousa Santos; A ausência da música portuguesa no contexto europeu: Uma investigação em cursoAntónio Pinho Vargas; A música e os músicos como problema sociológicoLuís Melo Campos; De dependentes da Estaco a dependentes do Estado: Desemprego de meia-idade e o Estado social como último redutoPedro Araújo; Automedicação, saberes e racionalidades leigas em mudançaNoémia Mendes Lopes; Pensar a Revolução Soviética no século XXI: Revolução e estratégias identitáriasMário Machaqueiro.

                                               

Instituto da Segurança Social, I.P. – Centro Distrital de Segurança Social de Beja

Rua Professor Bento de Jesus Caraça, n.º 25, 7801-951 Beja , Tel. 284 312 700 -  Fax. 284 329 618 - Email: cdssbeja@seg-social.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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